domingo, 15 de março de 2009

A menina que não vê...



"Today near eventime I did lead the girl who has no seeing a little way into the forest where it was darkness and shadows were. I lead her toward a shadow that was coming our way. It did touch her cheeks with its velvety fingers. And now she too does have likings for shadows. An her fear that was is gone." (Opal Whitely)

"Hoje quase ao anoitecer levei a menina que não vê um pouco floresta adentro, onde estava escuro e havia sombras. Levei-a até uma sombra que vinha na nossa direção. A sombra tocou-lhe o rosto com seus dedos de veludo. E agora também a menina veio a gostar das sombras. E o medo que existia passou."

(extraído do livro: Mulheres que correm com os lobos - de Clarissa Pinkola Estés)

Nilton Bonder - rabino carioca - em seu livro "Nas fronteiras da inteligência", diz o seguinte: "Só tem medo do inferno quem nunca passou por ele. Quem já passou, busca a espiritualidade".

Verdades? Penso que sim. Somente pelas experiências vividas, passando pelo "inferno" e dando de cara com as "sombras" é que podemos compreender e trilhar os caminhos da vida. São as dores, os equívocos, as pisadas de bola, que nos ajudam a compreender o que é realmente viver, e, também, é o que nos fortalece a alma.

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